Contos do Adamastor

Estorias surreais de pessoas irreais, contadas por um advogado ranzinza, carente, gentil e docil como um pequeno sagui silvestre. Nao recomendado para minorias intelectuais ou pessoas que se ofendem facilmente. Email: adamastor-em-gmail.com (sim, eu tenho um email do Google. Isso porque eu sou um nerd influente e poderoso)

5.9.03

Sonhos de um mané



Depois de sonhar que nadei com a Benedita numa piscina olímpica, que o Ministro do STF operou meu saco escrotal, tive um novo e genial sonho.

Estava assistindo um casamento, acompanhado de uma loira peituda, que nunca vi antes. Devia ser minha namorada. Como a cerimônia demorava, resolvi dar uma mijada. Ao chegar no banheiro, só tinha criança. Era uma pirralhada só. Fiquei puto e resolvi mijar na pia. Enquanto mijava, tive a "clarevidência" que uma clubber lésbica cantava minha acompanhante peituda. Terminei a urinagem, dei as 3 pancadinhas e lavei a mão. Saí correndo. A clarevidência era real. Tinha uma clubber cantando minha mulé. Puxei a nega pelo braço e a levei para uma salinha, onde estava um negão vestido de motorista. Ele começou a girar uma manivela e a sala começou a voar. Na hora, eu murmurei "essa merda só pode ser coisa do Stanley Kubrick".

E acabou.

É a terceira vez que tem uma pessoa "de cor" nos meus sonhos. Não sei se é pra cumprir cota. Uma parte do sonho já aconteceu. Tive uma namorada, loira e peituda, que foi cantada por uma sapata na boate Bunker. Quanto ao significado, vou submetê-lo ao Dr. Survektor.